Mostrando postagens com marcador caos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador caos. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

O que você faria? - Parte2: altruísmo


Olá pessoal!
Na semana passada, muita gente sentiu falta do Desentendendo. Chegou por aqui, e não viu nada.
Pois bem, o post da semana passada já foi atualizado e upado.
O post que começou na semana passada é a primeira parte de uma resposta pra uma pergunta que a @carolmonper me fez no formspring:
“Se o mundo acabasse em 24 horas, e você estivesse exatamente onde está, o que você faria? Pode dizer tudo, e a resposta pode ser grande, afinal, 24 horas é muita coisa..."

Se você não leu a primeira parte da resposta, então não termine de ver esse post sem antes dar uma lida em "O que você faria? Parte 1: egoísmo".

Assim como na semana passada, deixo a música da abertura da novela "O fim do Mundo" exibida em 1996 e 2000 pela Globo.
O último dia - Paulinho Moska

Caminho 2 - Essas pessoas acreditam em mim

Num primeiro momento, o dia se basearia em acordos com essas pessoas. Primeiro, se elas também quereriam espalhar a notícia enquanto o saco aguentasse, e segundo... Bem, eu gostaria de reeditar com essas pessoas os melhores momentos de nossas vidas, em uma clara homenagem à nossa história, e isso claro, dependeria da cooperação de todos. Por que eu gostaria de mais uma vez jogar bola com meu irmão no quintal. Mais uma vez ter um papo descontraído com meu pai sobre qualquer coisa. Mais uma vez visitar o túmulo da minha mãe, e dessa vez dizer a ela que a perdôo. Mais uma vez brincar com meus primos, tomar banho de caixa d'água, imitar os três macaquinhos, comer pão com presunto, jogar videogame, morrer de rir com alguns vídeos da internet... E pela primeira e única vez, dizer que amo todos eles.

Mais uma vez gostaria de me divertir com meus amigos. Mais uma vez fazer aquele multiplayer no velho Nintendo 64, ou jogar bola na rua, ou sair correndo pelado com uma touca na cabeça mais uma vez... E depois, outra vez comeríamos pão de queijo com coca-cola, ou faríamos aquela miojada. E dizer, pela primeira e única vez que eles "são o melhores amigos que alguém pode ter. Ou não".

E mais uma vez , eu gostaria de dedicar a maior parte do meu dia ao amor da minha vida. Mais uma vez iríamos àquela praça onde tudo começou. Mais uma vez eu gostaria de sentir aquele perfume naquele local, e debaixo da sombra de uma árvore, eu cantaria ou leria algum poema antigo meu pra ela. Mas se chovesse, não teria problema, nos esconderíamos embaixo do orelhão, e até ligaríamos pra Paraíba. Ou então, poderíamos correr até o Nilson Nelson e pegar chuva naquelas escadas. Iríamos pra casa à tarde, e faríamos do amor um verbo, dentro do meu quarto. Assistiríamos à um filme repetido, e ao pôr-do-sol, talvez nos casássemos em cima de um morro, só pra descer de mãos dadas. Antes do fim, eu faria questão de fazer ela rir de maneira estranha das minhas piadas bobas. E já no final, voltaríamos pra onde tudo começou, onde estaríamos a sós, e quando o fogo estivesse bem próximo, eu diria uma última vez "eu te amo", antes que ardêssemos em um longo e sincero último beijo.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

O que você faria? - Parte 1: egoísmo


Olá pessoal!
Demorou mas chegou. Por alguns probleminhas(e acredite, soluções) que tive na semana passada, esse post não pôde sair na data exata, mas tô aqui postando, mesmo atrasado, pra não deixar vocês na mão, OK?
Bem, no "Esculhambei os Neurônios" do dia 05 de Dezembro a @carolmonper respondeu uma pergunta que eu tinha feito no Formspring. Pois bem, não é que ela devolveu a pergunta? Então, eu resolvi imitá-la e fazer um post também.

A pergunta era: “Se o mundo acabasse em 24 horas, e você estivesse exatamente onde está, o que você faria? Pode dizer tudo, e a resposta pode ser grande, afinal, 24 horas é muita coisa..."

Quando eu fiz essa pergunta, eu queria receber essa resposta com uma abordagem bem realista, realmente levando em conta um monte de aspectos reais, mas a resposta fugiu um pouco do que eu esperava, o que não a tornou ruim, afinal foi um post bem comentado.
Então vamos à minha resposta?

Para entrar no clima, leia esse post escutando a música da abertura da novela "O fim do mundo", exibida pela Globo em 1996 e 2000 e que marcou minha infância.
O último dia - Paulinho Moska

Bem, em primeiro lugar, ou eu teria que escutar a notícia de uma voz vinda do céu, ou do Morgan Freeman de terno branco, senão eu não acreditaria de forma alguma. Em segundo lugar, eu decidiria se espalhava a notícia ao mundo ou não.. É uma decisão muito egoísta, é verdade, mas se todo mundo soubesse, o mundo viraria um caos, e ninguém aproveitaria nada. E pensando bem, Deus talvez não ia querer um fim do mundo digno pra todo mundo. Nem todos merecem.

Voltando... Como eu decidiria se espalharia a notícia ou não? Eu procuraria pessoalmente as pessoas que considero as mais importantes da minha vida: alguns amigos, namorada, alguns parentes. E contaria a notícia do jeitinho que a recebi. Se eles acreditassem, tudo bem, eu seguiria espalhando a notícia do jeito que desse e seguiria minhas últimas horas do jeito que escrevo nos próximos parágrafos. Agora se não acreditassem... Fala sério, quem acreditaria? Tirando aqueles mendigos que dizem que "o fim está próximo", que grande órgão do governo ou veículos de comunicação em massa se abririam pra mim? A internet? Já tem loucos demais por lá, e ninguém leria o meu relato.

Então vamos lá: caminho 1 - ninguém acredita em mim.
Nesse caso eu curtiria a vida adoidado. De maneira egoísta. Sairia com todo meu dinheiro no bolso, arrumado com minha melhor roupa. sairia por aí, pegando empréstimo a rodo, só pra ter mais dinheiro no bolso, mais liquidez(eu não ia precisar pagar mesmo). E compraria tudo a prestação, preferencialmente sem entrada. Sim, compraria. Eu não sairia por aí à louca saqueando as coisas só por que o fim está próximo e perderia minhas últimas horas numa cadeia né? Enfim, como não teria ninguém para aproveitar comigo, eu consumiria tudo aquilo que eu sempre quis na vida: roupas caras, artigos eletrônicos de luxo, carros, restaurantes, carros, bebidas... Faria aquela sala de estar dos meus sonhos, iria num salão de beleza chique, tentaria algum esporte radical... Faria tudo aquilo que uma série de variáveis não deixou eu fazer na vida. Já no fim do dia, eu me encontraria com minha namorada como de costume, demoraria um pouco mais em um beijo ou abraço, e faria questão de uma última vez dizer "eu te amo", e também pela última vez vê-la se distanciando(igualzinho aos fins dos livros do @omtouche). E faria questão que o momento do fim chegasse comigo em um lugar alto. Acho que eu escolheria a torre de TV. E assistiria de camarote todo aquele mundo egoísta e consumista ir embora, e eu, o maior consumista e egoísta de todos, ir junto, já louco.

Agora, o que eu faria se acreditassem em mim... Fica pra próxima parte, sexta-feira que vem. E você, o que você faria?

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Erros de lógicas (e seus amigos)




Erros de lógica



Muitos doentes sofrem por causa de “distorções cognitivas”. Os pensamentos estão vinculados às emoções e comportamentos e podem ser classificados como reflexivos e automáticos. Os reflexivos são mais lentos, profundos e implicam esforço mental. Os automáticos são mais rápidos e surgem espontaneamente, de acordo com cada situação. Por estarem associados a um raciocínio superficial, os pensamentos automáticoS, tem maior probabilidade de apresentar erros de lógica. Alguns exemplos de pensamentos automáticos disfuncionais:
HIPERGENERALIZAÇÃO – Se for verdade num caso, aplica-se a todos os casos. Mesmo que seja verdade no passado, será sempre assim. A pessoa vê um único evento negAtivo como um padrão de derrota que nunca vai terminar. “Eu Tenho um cancro, a minha vida nunca mais vai ser a mesma”; “Nunca mais vou ser feliz”.
MAGNIFICAÇÃO E MINIMIZAÇÃO – Características e experiências negAtivas são maximizadas enquanto as positivas são minimizadas. Super-valorizar ou desvalorizar a importância de um atributo pessoal, evento ou uma possibilidade futura. “Toda a gente está a lidar melhor com a doença do que eu, só acontece a mim”; “Esta tosse seca significa que estou morrer de caNcro”.
PENSAMENTO DICOTÓMICO OU POLARIZAÇÃO – Perceber as experiências pessoais em apenas duas categorias extremas e excludentes. Perceber as situações em termos absolutos. Branco ou preto. Oito ou oitenta. Tudo ou nada. “Se eu não conseguir ficar curado, não vale a pena fazer nada, mais vale morrer já; “Ninguém gosta de mim”.
ATENÇÃO SELETIVA – Um aspecto de uma situação complexa é foco da atenção, enquanto outros aspectos relevantes da situação são ignorados. “Vou-me sentir muito mal com os efeitos secundários do tratamento”; “Eu estou gorda, sou uma pessoa horríveL”.
CATASTROFIZAÇÃO – Acreditar que o que ocorreu ou que poderá acontecer será terrível, intOlerável ou insuportável. “Eu sei que este tratamento não irá funcionar”; “Eu não serei capaz de lidar outra Vez com a doEnça se o cancro voltar”.
INFERÊNCIA ARBITRÁRIA OU LEITURA MENTAL – Chegar a uma concluSão sem evidências adequadas. Pensar, sem evidências, os que os outros poderão estar a pensar, desconsiderando oUtras hipóteses também possíveis. “Eles vêem-me como se eu estiveSse a morrer”; “Ele está a desprezar-me porque percebeu que tomo medicamento para a depressão”.
ROTULAÇÃO – Avaliação global de uma pessoa ou situação através de estereótipos e desconsiderando as características específicas de cada caso. Colocar um rótulo global e rígido em alguém ou situação ao invés de avaliá-los como um todo. “Eu sou um idiotA”; “Não há solução, ele é um caso perdido”.
DECLARAÇÃO DE OBRIGATORIEDADE (PODER, DEVER E PRECISAR) – Interpretar eventos em termos de como as coisas deveriam ser, ao invés de focar como eles são. “ Eu tentei viver uma vida boa, eu não deveria ter tido cancro”; “Para ser feLiz, necessito da aceitação de todos”.
PERSONALIZAÇÃO – Assumir como responsável por alguma situação externa quando na verdade são outros os factores responsáveis. “Os meus amigos talvez não me vêem visitar-me porque eu tenho um cancro”; “ELe está distante, devo ter feito algo de errado”.
Além dessa matéria, achei esse lance legal:
O ciúme patológico (CP) pode ser definido como uma condição caracterizada por pensamentos, emoções e comportamentos inaceitáveis ou extremos, cujo tema dominante é a infidelidade do parceiro, podendo ocasionar sofrimento para o paciente e para o parceiro. Apresenta-se de forma heterogênea, tais como idéias obsessivas, prevalentes ou delirantes. Reconhece-se que o CP pode constituir um sintoma, presente em diferentes entidades nosológicas, como transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e transtorno delirante. Portanto, uma vez detectado, deve-se identificar o diagnóstico de base. Como o tema pode apresentar uma forte conotação paranóide, a aproximação mais comum seria com transtornos psicóticos, em virtude de alguns pacientes apresentarem boa resposta terapêutica a neurolépticos e apresentarem forte convicção, próxima à delirante, de que estão sendo traídos3. No entanto, apesar de alguns autores ressaltarem a associação desse sintoma com o TOC, são poucos os artigos publicados sobre o tema. Neste caso, a terapêutica mais adequada seriam os inibidores seletivos de recaptação da serotonina (ISRS) associados à terapia cognitivo-comportamental (TCC). Em casos refratários, a associação com doses baixas de antipsicóticos por curto período de tempo poderia ser uma opção.
Recentemente, atendemos um homem com 23 anos, acompanhado por um prazo de dois anos, pelo segundo autor desta carta (reavaliado pelos demais autores), no Instituto Raul Soares. Ele era estudante de graduação, que tinha um relacionamento estável com uma mulher há três anos. Há um ano iniciou com ideações relacionadas ao ciúme, desenvolvendo sintomas de pânico quando chegava com a namorada em lugares freqüentados por jovens e percebia a presença de outros homens. O paciente não tinha comorbidades. Acreditava que a namorada era fiel e que suas idéias eram completamente infundadas. Perante os critérios classificatórios do DSM-IV, seu quadro era compatível com TOC. No entanto, freqüentemente aparecia na casa dela durante a madrugada para se certificar de que ela não o estava traindo. Após esses episódios, passava de dois a três dias com sintomas depressivos leves. O seu comportamento e suas idéias ruminativas relacionadas à infidelidade começaram a lhe causar sofrimento e prejuízo nas atividades cotidianas. Optou-se, então, por associar risperidona 0,5mg/dia. O paciente evoluiu com melhora significativa dos sintomas, passando a confiar na namorada, mesmo quando saía com amigos. Os pensamentos de infidelidade passaram a ser raros e, quando presentes, não mais provocavam desconforto significativo. O paciente foi acompanhado em um seguimento de mais um ano e meio após a introdução da risperidona, totalizando dois anos, até o presente momento.
(Ciúme patológico e transtorno obsessivo-compulsivo (TOC)


domingo, 5 de dezembro de 2010

5...4...3...2...1?










Olá muchachos!
Então, ontem “os7cos” completou 8 meses de existência. E de repente eu me toco de que o ano já está quase acabando, MELDELS! Eu sei que esse papo é brega, mas parece que os anos estão passando cada vez mais rápido. E falando em fim de ano... Já pensou em fim do mundo?
Ok, ok! Pensar em fim do mundo não é algo que seja muito a minha cara. Na verdade fui surpreendida por uma pergunta do @firedavid no meu formspring: “Se o mundo acabasse em 24 horas, e você estivesse exatamente onde está, o que você faria? Pode dizer tudo, e a resposta pode ser grande, afinal, 24 horas é muita coisa..."

Nem preciso dizer que fiquei doida pensando nisso neh? Pensei tanto no assunto que resolvi fazer esse post. Mas não pense que ter pensado muito tenha me levado a alguma conclusão.
Bem, o mundo iria acabar em 24 horas, e só eu receberia essa notícia certo? Então, estando onde estou, trataria de espalhar a notícia para que os outros também pudessem realizar os seus últimos desejos. Tudo viraria um caos, mas suspeito de que ninguém acreditaria em mim.

Eu não consegui decidi as coisas que eu faria, sei lá... São tantas pessoas importantes pra dar um último abraço, e em tão pouco tempo. Então vou dizer o que eu GOSTARIA de fazer nessas 24 horas.
Antes de tudo eu agradeceria a Deus, afinal vivi tudo o que vivi por causa dele, e pediria ajuda pra usufruir bem dessas últimas horas.
Eu daria um jeito de ver minhas amigas, daria um abraço, um xero, e um beliscão daqueles que eu vivo dando nelas. Diria a elas o quanto elas são importantes, e o quanto influenciaram pra eu ser o que sou hoje. E diria que as amo.
Faria uma última sessão de fotos com minha prima, adoro esses momentos!
Eu subiria numa árvore. Não dá pra morrer sem ainda ter feito isso!
Eu comeria as coisas que eu mais gosto: Pizza, chocolate, sorvete de maracujá, Biscoito “tordinhas”(da Adria) de chocolate branco com geléia de frutas vermelhas, mousse, balinhas de café, e de limão, coca-cola e melão. É muita coisa, mas depois eu não precisaria me preocupar com gordura mesmo, então...
Eu dançaria Xuxa com minha irmã pequena, e tentaria ensinar umas palavras novas pra ela. Dançaria Funk com minha irmã maior, e faria um penteado no cabelo dela, já que ela vive pedindo e eu nunca faço.
Eu contaria meus segredos pra minha mãe, coisas que nunca contei, mas que ela deveria saber. Diria que a amo, e que tenho orgulho dela, por ser tão batalhadora.
Eu ficaria com meu amor, e mesmo sabendo que o mundo acabaria logo, continuaria dizendo que o amo pra sempre. Eu faria sexo, amor na verdade. E tentaria alguma “fantasia” que seja louca demais pra realizar com o mundo em sã consciência.
Eu cantaria no meio da rua, gritando! Como muitas vezes tenho vontade de fazer e não faço por que tenho vergonha.
Pegaria uma guitarra por ai, e aprenderia pelo menos um acorde.
Eu iria num show de Rock, e dessa vez eu subiria no palco.
Se desse pra assistir filme, eu veria “Crepúsculo” e “Antes que termine o dia” mais uma vez.

Queria muito que essas últimas horas fossem em um dia bem ensolarado, eu seria feliz em sentir o calor do sol uma última vez.
Eu escutaria muita música durante a realização desses desejos, iria tocar muito RBD e Paramore.
Nessas últimas horas eu usaria o meu All Star preferido, o mais velho, rasgado e pichado, mas que pra mim é perfeito! E usaria meu perfume preferido; Sintonia.
Talvez eu bebesse duas Smirnoff’s . Já bastariam pra eu ficar bêbada pela primeira vez na vida.
Mas se nesse dia eu pudesse fazer TUDO, se o mundo estivesse louco e as barreiras do dinheiro não existissem, eu daria uma passada rápida no México, voaria de Asa Delta, atuaria numa peça, e escreveria uma coluna pra revista Capricho. Mas vamos colocar pelo menos um pé no chão neh.

Eu diria os meus bordões preferidos: “Suspeitei desde o princípio!” e “ Calma, calma! Não criemos pânico.”
Haaa, eu ia querer fazer muita coisa, muitas outras, e nada nessa ordem. Isso se eu tivesse calma pra fazer, por que algo me diz que eu teria de andar com um penico, por que eu teria dor de barriga de nervosismo ou ansiedade.
Mas nisso tudo, eu só tenho certeza de uma coisa: queria estar acompanhada. Não teria sentindo nenhum correr tanto pra realizar últimos desejos se estivesse sozinha. E no final de tudo, nos últimos segundos, eu queria um beijo, daquele bem calmo e demorado, do tipo que faz sentir os batimentos cardíacos da outra pessoa.

E se fosse você que soubesse disso? Que o mundo acabaria em 24 horas. O que faria?
Eu prefiro pensar que o mundo não acaba. Mas caso eu fique sabendo de alguma coisa, pode deixar que eu aviso.

Xero... da Cereja que espera não presenciar o fim do mundo. Mas que fica atenta, afinal 2012 tá chegando.

Enquanto o mundo não acaba, aproveite o tempo e escute: Um minuto para o fim do mundo (CPM22)

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Pois é



Faz tempo que não falo em 1ª pessoa com vocês, e hoje quero ter uma conversa aberta e mimimi. Primeiro, estou meio sem imaginação saber o que fazer e se estão gostando mais dos contos e/ou entrevistas - eu prefiro entrevistas, mas ando sem entrevistados bons - que sinto uma baixa de qualidade/dedicação da minha parte, por andar meio desmotivado e sem vontade de cantar uma bela canção, apesar de um comentário de um leitor (no msn u.u) falar que escrevi muito bem o último. Como o Krap um dia me falou, eu tenho que ter meus motivos pra continuar postando, motivos que não podem ser obrigação, e acho que meio que perdi isso. Não vou parar, só quero que entendam ou ajudem a eu voltar para meu caminho.



Opinem, reclame, sugestione, mas não se omitam.

Também em Pee in the Dark