Poisé,José
Parti pela rua olhando o UNIVERSO
Cortando as estrada ligeiro
Levando no OMBRO o peso do mundo
A viola e a FÉ no padroeiro
Do mundo nada sabia
Fui com a SOLIDÃO
Sem me arrepender
Levando no peito a POESIA
Tinha vinte de idade naquela cidade
Uso óculos também
POBRE sem nem um vintém
Minha maior riqueza é a PAZ da liberdade
Sou ANDARILHO com a sorte de aprendiz
Com o mundo não me engano
Riquezas,jóias,dinheiro, tudo isso é INSANO
Quando o REAL não te faz FELIZ
Deixe-me ir
Vou nestes verso
Deixando meu NOME
Poisé, José cabra matuto,SUJEITO HOMEm!
