Sim, é ao som dessa música que começo o post de hoje no 7cos. Aliás, peço desculpas pela falta da semana passada, mas é que aquele dia 11 de fevereiro foi muito movimentado, e me impediu de postar =/
E querem saber o por que dessa música estar no início do meu post? Então leia...
Uma prima da Carolmonper deixou com ela um antigo mega drive III, aqueeele que vem com 30 jogos na memória, vários clássicos do mega drive... entre eles Sonic The Hedgehog, o primeiro. Sabe, apesar de meu primeiro console, aos 5 anos de idade, ter sido um master system que vinha com um Sonic na memória (e eu zerasse ele todos os dias), eu nunca gostava dos jogos mais populares do Sonic. Eu achava tudo rápido demais pra mim, eu nunca via os inimigos, as paredes, e obstáculos. Assim, eu acabei migrando pro pessoal que faz o Mário, até que...
Voltando a história, eu comecei a jogar Sonic de novo naquele velho mega drive, fui passando umas fases, fui me surpreendendo em como eu tinha melhorado naquilo com os anos, e fui gostando. Dias depois conheci Sonic The Hedgehog 2. Fiquei encantado com a união da velocidade com a acessibilidade. E por coincidência li coisas sobre Sonic na mesma semana, e motivado por isso, cacei uns vídeos de Sonic fan remix e Sonic The Hedgehog 4. Aí já era. Tratei de caçar o Hareon, amigo meu que é fã e mini-autoridade no assunto Sonic, escutei discursos, joguei alguns, assisti outros e peguei uns jogos do azulão emprestado. Pronto, hoje sou um pseudo-fã da série e me divirto jogando o problemático porém divertido Sonic Heroes.
Aí você deve estar pensando o que você tem a ver com isso. Nada. Mas é que essa experiência me lembra algo que já passei várias vezes na vida, e que muita gente já passou e deve passar ainda: queimar a língua. Pra quem não conhece a expressão, trata-se de quando você fala algo e os acontecimentos futuros provam o contrário.
Todo mundo critica aquilo que não gosta, e principalmente, embora não admitam, criticam aquilo que não conhecem. Existem vários exemplos: podemos falar mal de uma banda que nem conhecemos por que os integrantes se vestem de uma maneira diferente, podemos falar mal de uma música que nem escutamos só por que ela é forró, ou podemos dizer que um livro é ruim só por que é de uma autora que você não gosta... leia primeiro o livro, né? A surpresa pode ser boa.
Eu odeio aquelas pessoas que falam mal de alguma coisa antes de conhecê-las. Sério. Eu falo mal de muita coisa também, não nego. Mas pelo menos eu conheço a coisa antes. Eu comi jiló pra saber como aquilo é ruim. E tem gente que não come pequi só por que não gosta do cheiro. Coma antes de negar.
Lógicamente existem as coisas que você não precisa experimentar pra saber que é ruim, pois é de conhecimento CIENTÍFICO público que são nocivos, como as drogas, por exemplo. Não é preciso se jogar do alto de um prédio pra saber se a queda mata ou não.
Eu não gostava e até falava mal de Sonic só por que eu era ruim no jogo, e assim não quis conhecer. Mas joguei, dei uma chance, tive paciência, conheci a coisa e hoje eu gosto.
Não tô aqui dizendo pra você que não curte forró escutar um CD do aviões por uma hora, nem pra você que é fã de comédia assistir a trilogia do Senhor dos Anéis. Tô aqui só pra conscientizar: ficar no consciente. Pra que você pense antes de dizer as coisas.
P.S. Faz um tempo que não escrevo algo com qualidade, e peço desculpas pela brevidade do meu texto. Tenho que ter mais tempo pra me dedicar ao blog, mas com as férias que estou tendo está meio difícil.
Mas pelo menos ficou bem ao estilo do @Krap que escrevia por aqui. E isso já é um auto-elogio e tanto.
Até textos melhores!
