segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
ESSASCOISAMANEIRA
Minhas idéias surgem quando eu tô de rolê na QUEBRADA
Mochila,chinelo e caneta a espera da inspiração PERFEITA
Tenho tudo no meio do NADA
Cultivo cada VERSO do último ao primeiro e VICE-VERSA
Honro cada manhã de SOL radiante tipo o sorriso da minha FLOR valor de DIAMANTE
POETA nobre cheio de assunto,AMANTE da LUA pobre vagabundo
O que TENHO nas linhas do meu caderno é uma confissão de AMORETERNO a : LUA,A RUA,AO SOM,AS RIMAS,AO DOM,A FÉ,AOS FÃS,AOS AMIGO,A ESSÊNCIA,A RAÍZ,AO MESTRE
Sonho REAL de pensamento GIGANTE
Pode me chamar de mestre com vontade constante,de ir além do que pensaram que eu fosse
Sim
RIMADOR de essência,sorrisão,superação quando faço minha ARTE
Parte daqui,poraí,ALI,nasce cada coisa maneira dessas que só SENTE quem é capaz de EXTRAIR o MELHOR que existe em cada LINHA que escrevi
Por isso ainda to AQUI,vivo por isso,por isso eu vim,vi,VENCI
ONELOVE!
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Resgate da Dignidade
Olá, pessoal!
Plagiando alguns colegas do blog, quero aproveitar este espaço para agradecer as pessoas que comentaram. Quem escreve sabe da importância desse retorno. Fico muito feliz por ter conseguido passar uma mensagem para vocês. E obrigada também aos que não comentaram, mas leram.
Hoje, vou dividir com vocês uma experiência muito enriquecedora que tive há três anos. Durante a faculdade, uma professora muito querida, chamada Ana Paula Ferrari, lançou um desafio: a turma tinha que fazer textos narrativos a respeito do preconceito estético. Feito isso, foram escolhidos quinze textos que seriam lançados em um livro. Eu tive a felicidade de estar entre os alunos escolhidos e ter o meu texto publicado no livro “Beleza à Venda: auto-estima não tem preço”.
Apesar de o tema não ser novo, a cada dia se intensifica e se manifesta de maneira cada vez mais complexa. A imposição de um padrão de beleza prejudica o presente e o futuro das vítimas do preconceito estético que, na maioria das vezes, sofrem caladas.
Com base nisso, segue a primeira parte do texto “Resgate da Dignidade”, que narra a história de uma vítima de preconceito estético no núcleo familiar.
ESSA FOI A ÚLTIMA HUMILHAÇÃO. Maria Paiva* decide por fim a sua angústia. Desce as escadas correndo, procura desesperadamente a caixa de comprimidos. De repente, um cai e ela pensa por um momento em desistir. Mas não! Essa é definitivamente a única saída. Então, engole um por um lentamente. A cada comprimido um pouco de sua dor ia embora.
Enfim, fecha os olhos. Não pela última vez. Ao acordar, as paredes brancas do quarto segam sua visão. Logo, encontrou os olhos de seu amado. Valdir Pires* estava a sua espera. Depois de tanta aflição, ver o despertar de sua amada trouxe de volta a alegria de viver.
Valdir* lembrou do ano anterior, quando conheceu a mulher que seria a mãe de seus filhos. Na ocasião, ela passava na rua acompanhada da irmã dele, imediatamente foi como se aquele olhar tivesse que ser seu para sempre. O jovem policial deu um jeito de se aproximar dela e foram apresentados. Maria mentiu seu nome. Ela se apresentou com Janete, achou que nunca mais veria o rapaz, então não teria problema algum.
Pela força do destino, os dois se encontraram uma, duas, três vezes. Com o tempo, perceberam que suas almas eram uma só. Viveram momentos inesquecíveis juntos. Depois de um ano de namoro, resolveram selar a união. A cerimônia foi singela. Mas repleta de amor.
O conto de fadas logo acabou. O casal construiu uma casa no quintal da mãe de Valdir*, dona Rosalina Pires*. Ela acreditava que seu filho merecia uma mulher magra e mais bonita. Maria não preenchia esses requisitos.
Então, Rosa, como era chamada por todos, começou a perseguir a nora, sem deixar que Valdir percebesse. Tinha receio que o filho fosse contra a sua atitude e a abandonasse para viver com a esposa. Esperava Valdir sair para o trabalho e começava a agredir Maria com palavras.
A continuação dessa história você confere na próxima quinta-feira.
Até lá!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
BEMQUERER!
Durmo em conduções parando na próxima parada pra te encontrar
Viajo entre ruas, becos, curvas, vozes, vidas perdidas, tumulto.
Rabisco meus versos no ultimo banco do bus,
De canto, mudo, distraído
brilho no olhar, caneta na mão, na rua um sereno,
Eu vou Vivendo
Sonolento querendo só mais cinco minuto
Bem querer
Cê num sai da mente, não discuto
Força, sorriso, paz, e uma semente.
To bem se disser que tamojunto
Me surpreende Nem eu entendo,tento enxergar teus olhos do outro lado da cidade
Viajo e paro no teu mundo
Coração vagabundo
inspiração vem de encontro a mim, motivando meu dom.
Cê liga me desligo
Triunfo pela paz que cê me traz
Boné e mochila te encontro ou você me encontra numa noite tranqüila?
Pensamentos levados no vento pro tempo te trazer pra completar o Swing do meu batimento
No fone um samba, Sózin, balançando a cabeça, arte, parte de mim.
Começo mais uma linha, te coloco em primeiro plano.
Vou levando, escutando as batida, a cada risco a sensação primeira.
Roubo-te um riso como se fosse o ultimo
Expressão verdadeira
Não tenho pressa à velocidade é essa.
Mais um sol fica pra trás
Um dia a menos, um dia a mais.
TAMO junto, você sabe bem.
Cada bilhete uma viajem ao seu mundo,
Louco pra te dar a posse de um coração vagabundo,
Cê na mente a cada novo segundo
Fico louco pra cê ouvir todas essas paradas que não sei dizer
Cê sorri como quem não quer nada, traz paz,
Atravesso a madruga com a insônia que cê me faz ter
Observo a LUA, a rua sabe, quem vê sabe q eu te encontrei, to na TUA, bela MOÇA. Bela vista, bem querer
ONELOVE . . .
P.s :Salve Jose Weslley,fico satisfeito quando as palavras chegam,e esse retorno me deixa mais satisfeito ainda,e quando alguém se identifica e toma pra si não tem preço!
Isso é poesia,repente e vida!
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Fobia
Olá muchachos!
Me desculpem por não ter postado Domingo passado. Digamos que eu estava meio "emo", e não consegui escrever nada bom. E além disso, estava chovendo, não pude ir a uma lan house postar.
Bem, agora tenho duas novidades pra contar. Primeiro: consegui uma bolsa parcial através do ProUni. Minhas aulas começam dia 28, e acho que agora sim, posso dizer que vou ser uma jornalista.
Segunda:fui pro show do PARAMORE na quarta (16). Gente, AMEI, AMEI, AMEI! Hayley só me fez gostar mais ainda dela, além da simpatia dos outros integrantes, que me fez ser ainda mais fã da banda. Enfim, gritei, pulei, cantei, e assustei as pessoas com a minha loucura durante o show inteiro. Ainda sinto dores pelo esforço físico, mas eu quero outro show, e logo! Paramore foi mais uma banda a me provar que toca ainda melhor quando toca ao vivo.
Agora vamos ao assunto de hoje: MEDO.
Um assunto que já foi falado por aqui algumas vezes, mas que espero expor um ponto de vista diferente dessa vez.
O que te faz ter medo? Do que você tem medo?
Medo é algo tão assustador para o ser humano... Nunca sabemos como lidar com ele. Escondemos? Confessamos? Enfrentamos?
O medo nos faz desistir de muitas coisas, de coisas importantes na maioria das vezes. Mas o medo também pode ser visto como um sinal de alerta. Algo que te avisa que as coisas não estão certas, e que você deve tomar cuidado. Algo como um mecanismo de defesa.
Eu tenho medo de sapos, ou de qualquer anfíbio parecido. Não sei explicar porque, não é só nojo, é medo de verdade.
Tenho medo de violência física, porque nesse caso, não sei me defender.
Eu tenho medo das coisas novas da vida. Coisas como; Mudar de emprego, entrar na faculdade... Coisas novas na vida que são até boas. Mas eu tenho medo do novo, do desconhecido. Inclusive, isso me causa certos ataques de ansiedade. Ataques do tipo que causam dores de barriga, suor frio, arritmia cardíaca e tremedeira.
Seria a ansiedade só mais um ângulo diferente do medo? Porque a ansiedade na maioria das vezes é causada por nossas inseguranças. E insegurança é o que? No fim das contas, ela é o medo do que possa, ou não possa acontecer.
Eu tenho medo de perder quem eu amo. Tenho medo do afastamento das pessoas. Tenho medo de ser esquecida, e de não ser compreendida.
Eu tenho medo das ESTATÍSTICAS. Dessas estatísticas que dizem que os homens traem mais que as mulheres, das que dizem que casamentos hoje em dia, não duram muito.
E ainda existem as fobias. Fobia de palhaço, de escuro, de multidões, de aranhas. Fobia de rir, de tomar banho, de palavras estranhas, de pêlos... Fobias, fobias, fobias! Normais e estranhas.
Fobia é o medo em uma proporção maior, uma proporção que o torna incontrolável. Portanto, antes de rir do medo alheio, tente entender o porque daquilo.
Todos nós temos nossos medos, medo dos erros, medo dos acertos. Mas afinal, nunca existiu um herói que não tivesse medo de algo. E o medo às vezes serve como desafio, nos provoca a termos que enfrenta-lo.
Um conselho, que aprendi com Pedro Bial: "Todo dia, enfrente pelo menos uma coisa que te meta medo de verdade".
Talvez seja esse o segredo de vencer na vida: enfrentar os medos.
Não precisa se armar com espadas e escudos para lutar contra os monstros do seu armário, apenas os olhe nos olhos e diga que por mais que eles tentem, eles não poderão te deter.
Xero... da Cereja que tem a coragem de ser covarde.
Medo (Pitty) , pra enfrentar os seus, e Ignorance (Paramore), pra continuar no clima do show.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
ILÁRIO ;P
- E aí, véio?
- Beleza, cara?
- Ah, mais ou menos. Ando meio chateado com algumas coisas.
- Quer conversar sobre isso?
- É a minha mãe. Sei lá, ela anda falando umas coisas estranhas, me botando um terror, sabe?
- Como assim?
- Por exemplo: há alguns dias, antes de dormir, ela veio com um papo doido aí. Mandou eu dormir logo senão uma tal de Cuca ia vir me pegar. Mas eu nem sei quem é essa Cuca, pô. O que eu fiz pra essa mina querer me pegar? Você me conhece desde que eu nasci, já me viu mexer com alguém?
- Nunca.
- Pois é. Mas o pior veio depois. O papo doido continuou. Minha mãe disse que quando a tal da Cuca viesse, eu ia estar sozinho, porque meu pai tinha ido pra roça e minha mãe passear. Mas tipo, o que meu pai foi fazer na roça? E mais: como minha mãe foi passear se eu tava vendo ela ali na minha frente? Será que eu sou adotado, cara?
- Como assim, véio?
- Pô, ela deixou bem claro que a minha mãe tinha ido passear. Então ela não é minha mãe. Se meu pai foi na casa da vizinha, vai ver eles dois tão de caso. Ele passou lá, pegou ela e os dois foram passear. É isso, cara. Eu sou filho da vizinha. Só pode!
- Sei lá. Por um lado pode até ser melhor assim, viu? Fiquei sabendo de umas coisas estranhas sobre a minha mãe.
- Tipo o quê?
- Ela me contou um dia desses que pegou um pau e atirou em um gato. Assim, do nada. Maldade, meu! Vê se isso é coisa que se faça com o bichano!
- Caramba! Mas por que ela fez isso?
- Pra matar o gato. Pura maldade mesmo. Mas parece que o gato não morreu
- E sabe a Francisca ali da esquina?
- A Dona Chica? Sei sim.
- Putz grila. Esses adultos às vezes fazem cada coisa que não dá pra entender.
- Mas é ruim saber que o casamento deles não está dando certo... Um dia ela me contou que lá no bosque do final da rua mora um cara, que eu imagino que deva ser muito bonitão, porque ela chama ele de 'Anjo'. E ela disse que o tal do Anjo roubou o coração dela. Ela até falou um dia que se fosse a dona da rua, mandava colocar ladrilho em tudo, só pra ele passar desfilando e tal.
- Nossa, que casamento bagunçado esse. Era melhor separar logo.
- É. só sei que tô cansado desses papos doidos dela, sabe? Às vezes ela fala algumas coisas sem sentido nenhum. Ontem mesmo, ela disse que a vizinha cria perereca na gaiola... já viu...essa rua só tem doido...
- Putz, é mesmo! Tô ferrado de qualquer jeito
Té a próxima galera :*
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Jamais diga nunca
Sim, é ao som dessa música que começo o post de hoje no 7cos. Aliás, peço desculpas pela falta da semana passada, mas é que aquele dia 11 de fevereiro foi muito movimentado, e me impediu de postar =/
E querem saber o por que dessa música estar no início do meu post? Então leia...
Uma prima da Carolmonper deixou com ela um antigo mega drive III, aqueeele que vem com 30 jogos na memória, vários clássicos do mega drive... entre eles Sonic The Hedgehog, o primeiro. Sabe, apesar de meu primeiro console, aos 5 anos de idade, ter sido um master system que vinha com um Sonic na memória (e eu zerasse ele todos os dias), eu nunca gostava dos jogos mais populares do Sonic. Eu achava tudo rápido demais pra mim, eu nunca via os inimigos, as paredes, e obstáculos. Assim, eu acabei migrando pro pessoal que faz o Mário, até que...
Voltando a história, eu comecei a jogar Sonic de novo naquele velho mega drive, fui passando umas fases, fui me surpreendendo em como eu tinha melhorado naquilo com os anos, e fui gostando. Dias depois conheci Sonic The Hedgehog 2. Fiquei encantado com a união da velocidade com a acessibilidade. E por coincidência li coisas sobre Sonic na mesma semana, e motivado por isso, cacei uns vídeos de Sonic fan remix e Sonic The Hedgehog 4. Aí já era. Tratei de caçar o Hareon, amigo meu que é fã e mini-autoridade no assunto Sonic, escutei discursos, joguei alguns, assisti outros e peguei uns jogos do azulão emprestado. Pronto, hoje sou um pseudo-fã da série e me divirto jogando o problemático porém divertido Sonic Heroes.
Aí você deve estar pensando o que você tem a ver com isso. Nada. Mas é que essa experiência me lembra algo que já passei várias vezes na vida, e que muita gente já passou e deve passar ainda: queimar a língua. Pra quem não conhece a expressão, trata-se de quando você fala algo e os acontecimentos futuros provam o contrário.
Todo mundo critica aquilo que não gosta, e principalmente, embora não admitam, criticam aquilo que não conhecem. Existem vários exemplos: podemos falar mal de uma banda que nem conhecemos por que os integrantes se vestem de uma maneira diferente, podemos falar mal de uma música que nem escutamos só por que ela é forró, ou podemos dizer que um livro é ruim só por que é de uma autora que você não gosta... leia primeiro o livro, né? A surpresa pode ser boa.
Eu odeio aquelas pessoas que falam mal de alguma coisa antes de conhecê-las. Sério. Eu falo mal de muita coisa também, não nego. Mas pelo menos eu conheço a coisa antes. Eu comi jiló pra saber como aquilo é ruim. E tem gente que não come pequi só por que não gosta do cheiro. Coma antes de negar.
Lógicamente existem as coisas que você não precisa experimentar pra saber que é ruim, pois é de conhecimento CIENTÍFICO público que são nocivos, como as drogas, por exemplo. Não é preciso se jogar do alto de um prédio pra saber se a queda mata ou não.
Eu não gostava e até falava mal de Sonic só por que eu era ruim no jogo, e assim não quis conhecer. Mas joguei, dei uma chance, tive paciência, conheci a coisa e hoje eu gosto.
Não tô aqui dizendo pra você que não curte forró escutar um CD do aviões por uma hora, nem pra você que é fã de comédia assistir a trilogia do Senhor dos Anéis. Tô aqui só pra conscientizar: ficar no consciente. Pra que você pense antes de dizer as coisas.
P.S. Faz um tempo que não escrevo algo com qualidade, e peço desculpas pela brevidade do meu texto. Tenho que ter mais tempo pra me dedicar ao blog, mas com as férias que estou tendo está meio difícil.
Mas pelo menos ficou bem ao estilo do @Krap que escrevia por aqui. E isso já é um auto-elogio e tanto.
Até textos melhores!
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
EUSÓ!
É sempre um risco cada rabisco,
Letras traçadas buscando formar palavras rimadas para leitores anônimos,
Sou compasso em cada passo,
Sou urbano dentro de conduções atrás das minhas condições,
Sou poeta de amores que vivo,
Sou a rua quando no céu só encontro a lua
Sou pensamentos, versos e poesias.
Sou nostalgia
Sou cantor sem multidões
Não vivo no tempo embora meu relógio marque as horas
Sou pontualmente atrasado
Corro pela certeza do amanhã
Sou lembrado por nunca ter sido esquecido
Sou um herói bandido
Sou aluno do mundo
Sou vagabundo
Sou uma noite de sereno
Sou índio
Sou branco
Sou preto
Sou guerreiro sem espada
Corredor sem linha de chegada
Sem definição de amor, sem público pra publicar minha dor.
Tenho a fé de todo sonhador
Descrevo-me sem saber quem eu sou
Sei que sou muito para uma simples descrição
E que sou nada além de uma simples canção!
ONELOVE ...

