sábado, 22 de janeiro de 2011

Living


Eaee galeraa! Blz?
Vamo que vamo, mais um sábado e dia também do ANTENADO.

É, minhas merecidas férias tão indo embora, e eu também tenho que ir embora, não queria que tudo tivesse sido tão rápido, o tempo podia andar um pouco mais devagar essa última semana.
A pior parte de ir embora é ter que se despedir dos amigos, quando chega a hora que eu acho tão triste, e você diz com o coração apertado: "to indo", ou "até mais", ou "tô indo mais eu volto viu", tudo isso é muito triste pelo menos pra mim que já choro por qualquer coisa, imagine na hora de uma despedida, haja coração e lágrimas.

Deixar os amigos nunca é uma tarefa fácil, é muito difícil dizer "adeus" à aquelas pessoas que são tão importantes na sua vida e que você não sab nem quando vão se ver de novo, e passar por tantas coisas boas, como as que passaram quando estiveram juntas.
Mais ao mesmo tempo, lembro que tenho também outras pessoas que me esperam, esperam-me com os braços abertos e com saudades que doe o coração. Pessoas essas que também fazem parte da minha vida, e que também precisam de mim.
Minha última semana com minhas amigas daqui de DF espero que seja inesquecível, como já tá sendo só de tá com elas.


É isso aê, a saudades dói o peito e machuca o coração, mas é a vida né, valeeu tudo que to vivendo.

Melhor aceitar dizer "to indo", mas nunca aceitar dizer: "adeus"

Té a próxima! :**

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Ensaio Literário - Parte 1










Semana passada, em minha falta de inspiração, fiz um post bem parecido com os que o Bob costuma postar por aqui. Na falta de inspiração de hoje, começo um post que o Peein costuma(va) fazer: o conto.
Espero que gostem.


A mãe preparava o jantar enquanto a filha lia uma revista teen. A mãe disse:
- Minha filha, você tem que tomar cuidado com quem você anda.
- Aff mãe! Eu sei - respondeu a filha.
A mãe do alto de seus 45 anos de idade, engrossava o caldo do feijão, enquanto lançava um olhar de ternura por cima do ombro, em direção à filha. Esta, não tirava os olhos da revista.
- Você sabe como são esses garotos de hoje em dia - continuou a mãe
- Qual é, mãe! Você tá parecendo meu pai...
- Mas ele também sabe no que é que esses garotos estão interessados - insistiu
- Vocês nem conhecem o Daniel! - berrou a garota de 17 anos, fechando a revista num baque e jogando-a, impaciente, sobre a mesa.


A mãe abaixou o fogo no fogão, tirou o avental e o colocou sobre a pia, revelando um puído vestido de estampas florais, e repousou a concha que tinha na mão ao lado do avental. Virou-se, colocou as mãos sobre a cintura, e encarou duramente os olhos da menina:
- Acha que eu não sei o que vocês andam fazendo? - perguntou.
A menina ficou paralizada, e olhou perplexa pra mãe. Passou a mão sobre a franja roxa do cabelo curto, e desviou o olhar para o chão:
- Não, você não sabe.
Como é que ela pode saber? A gente sempre fazia escondido. Ela só pode estar blefando. Pensou a garota.


- Mariana... - começou a mãe.
- Já falei pra não me chamarem assim! - interrompeu
- Foi o nome que eu e teu pai te demos! - irritou-se - Não foram seus amigos que te batizaram.
- Blá blá blá... - ironizou a menina.
O olhar da mãe se suavizou e ela abriu um tímido sorriso:
- Minha filha, eu já tive sua idade...
E por um instante, Mariana reconheceu naquele olhar a antiga mãe que tinha, que era amiga, que a entendia, e que brincava com ela. Em seguida, esse mesmo olhar se perdeu pela janela, além da paisagem, nostálgico:
- Nessa época, o proibido parece tão atraente e fazer o errado é tão saboroso...
Mariana concordou com o olhar e o pensamento, fitando os rapazes sorridentes na capa da revista. O olhar de sua mãe foi mudando da tímida alegria para a tristeza, até voltar à dureza inicial:
- É por isso que vocês tem que parar. Eu tinha a sua idade quando engravidei da sua irmã.
Mariana tremeu ao escutar a última palavra.


- Mãe, você não tá entenden...
- Você tem é que seguir o exemplo da Marina! Apesar de tudo, ela sempre foi tão certa...
Pronto. Pensou Mariana.
A mãe voltou-se novamente ao fogão, desligando as chamas, e pegando a panela do feijão pra colocar à mesa. E continuou:
- Na sua idade, ela só queria saber de estudar. E está ai hoje: formada, casada, em um bom emprego... Ela é perfeita! Agora olha só pra você! Que cabelos e roupas são essas? E que companias são aquelas? Você não toma mais sol, e emagreceu muito ultimamente. Tá pesando o quê? 37, 38 quilos?
- Chega! - gritou a menina, já às lágrimas - você nunca vai entender!
Levantou-se da cadeira e saiu em disparada da cozinha. Ela odiava quando a mãe a comparava com a irmã perfeitinha. Marina, a menina concebida por acidente, mas que por trilhar um caminho certinho, se tornou o orgulho da família. Estava farta de escutar tudo aquilo de novo.
No meio do caminho até seu quarto, com as bochechas pretas por causa das lagrimas que borraram sua maquiagem carregada, ela abriu um sorriso demente e pensou: preciso fazer aquilo mais uma vez. Só mais uma vez.
Ela se cansou de tudo. E bateu a porta do quarto com força.


Continua na próxima sexta-feira. Aqui nessa mesma seção.
Até.



quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Os opostos se distraem. Os dispostos se atraem.

“Os opostos se distraem. Os dispostos se atraem”. Linda citação da música Realejo, interpretada pela trupe Teatro Mágico. Quem não conhece e gosta de boa música, vale à pena conferir. Essa frase mostra a importância da disposição para que as relações sejam bem-sucedidas. Não me refiro apenas às relações amorosas, mas também às maternas, às fraternas, às paternas etc. Seja qual for o caso, enquanto os opostos apenas se distraem, os dispostos fazem as diferenças valerem à pena e lutam para que os aspectos positivos sejam mais relevantes.

Diante disso, uma coisa é certa: ninguém gosta de outra pessoa apenas pelas coisas boas que ela possui. O verdadeiro amor, em todas as suas formas, acontece de maneira natural, sem regras e receitas. Quem não tem uma amiga inconsequente, que sempre se esquece de ligar no seu aniversário, que te dá os conselhos mais malucos? Eu tenho e garanto que a nossa amizade se fortaleceu no momento em que decidi aceitá-la, em vez de sofrer a cada aniversário esperando um telefonema até a meia noite. E olha que eu até tentava me vingar não ligando no dela, mas era em vão, ela simplesmente não liga para isso e ponto.

Também existem aqueles amigos folgados, que ligam a cobrar para falar besteira, que exigem soluções para os próprios problemas, que não pensam duas vezes antes de pedir para pagar a conta do restaurante e que só te procuram quando precisam de ajuda. Tenho muitos assim, não sei se sabem que sou muito grata por tê-los em minha vida, pois apesar de tudo sempre dividimos muitas risadas e momentos inesquecíveis.

No tocante às relações familiares, quase todos têm aquela tia super inconveniente, que fala determinadas coisas nas situações mais inadequadas, mas em contrapartida é adorável, faz aquele bolo delicioso e é muito engraçada. Se a minha tia lesse esse post, com certeza saberia que estou falando dela.

Já o quesito amoroso, esse sim não possui fórmulas. Digo isso por experiência própria. Eu sou calma e ele hiperativo, daqueles ligados na tomada. Eu amo dormir e ele sofre de uma insônia quase crônica. Gosto do vinho suave e ele do seco. Sou negra e ele loiro. Somos café com leite em todos os sentidos! Mas ele tem um sorriso que me faz esquecer qualquer problema, um dom de me fazer rir quase o tempo todo, uma sinceridade e autenticidade que admiro, e sempre me faz acreditar que eu posso ir mais longe e que nada está fora do meu alcance. Com ele eu aprendi o que é amar tanto alguém.

Mas, enfim, embora o objetivo dessa coluna não seja falar de assuntos pessoais ou fazer declarações rsrsrs, poderia ficar horas listando os motivos que me fazem crer que as diferenças podem e devem ser respeitadas. Mas como preciso finalizar essa pretensiosa tentativa de mostrar a importância da aceitação em nossas vidas, termino com quatro frases:

Ceda mais, exija menos, releve mais e valorize as pessoas que estão ao seu redor, pois você nunca sabe até quando as terá.

Aproveito para deixar o link da música tema do post: Realejo/ Composição: Fernando Anitelli / Danilo Souza

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Quando vós amardes





Verbo Amar...

Gerúndio: amando
Particípio passado: amado
INDICATIVO
PresentePretérito perfeitoPretérito imperfeito
euamoeuameieuamava
tuamastuamastetuamavas
ele/elaamaele/elaamouele/elaamava
nósamamosnósamamosnósamávamos
vósamaisvósamastesvósamáveis
eles/elasamameles/elasamarameles/elasamavam
Pret. mais-que-perfeitoFuturo do presenteFuturo do pretérito

euamaraeuamareieuamaria
tuamarastuamarástuamarias
ele/elaamaraele/elaamaráele/elaamaria
nósamáramosnósamaremosnósamaríamos
vósamáreisvósamareisvósamaríeis
eles/elasamarameles/elasamarãoeles/elasamariam
Subjuntivo
PresentePretérito imperfeitoFuturo
que euamese euamassequando euamar
que tuamesse tuamassesquando tuamares
que ele/elaamese ele/elaamassequando ele/elaamar
que nósamemosse nósamássemosquando nósamarmos
que vósameisse vósamásseisquando vósamardes
que eles/elasamemse eles/elasamassemquando eles/elasamarem
IMPERATIVO
afirmativonegativoINFINITIVO PESSOAL
para amar eu
ama tunão ames tupara amares tu
ame vocênão ame vocêpara amar ele/ela
amemos nósnão amemos nóspara amarmos nós
amai vósnão ameis vóspara amardes vós
amem vocêsnão amem vocêspara amarem eles/elas


Aprenda a conjugar o verbo AMAR: Não o use.
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